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Governo se prepara para atrair turistas sul-americanos ao Brasil

Londres, 10 nov (EFE).- Representantes da Embratur, organismo governamental encarregado do setor de Turismo, disseram hoje à Agência Efe que o país pretende prestar uma atenção muito especial à América do Sul e ressaltaram a criação do programa 65 destinos de qualidade, uma iniciativa nova que pretende promover diferentes regiões brasileiras.

EFE |

A presidente da Embratur, Jeanine Pires, comentou alguns os projetos nos quais trabalha atualmente o setor turístico brasileiro, aproveitando sua participação na Feira Internacional de Turismo de Londres (WTM), uma das reuniões mais importantes do setor, inaugurada hoje na capital britânica.

"O Brasil trabalha muito em dois eixos: na promoção do país, fazer ver que o Brasil tem uma diversidade natural e cultural muito grande e em perceber que é possível em uma única viagem conhecer diferentes lugares", assinalou.

Pires lembrou que "80% das pessoas que visitam o Brasil gostariam de voltar", uma estatística que atribui a essa "diversidade, que faz com que o povo queira voltar e na qual cabem as viagens de família, de casal, com filhos, sem filhos, de negócios".

O Ministério do Turismo se propõe também, dentro dessas novidades no setor, "fazer com que os brasileiros viajem dentro do Brasil e prestar uma atenção muito especial à América do Sul".

"Percebemos que 86% dos europeus viajam na Europa, e 68% de sul-americanos viajam na América do Sul, por isso que é preciso cuidar das relações de vizinhos e fronteiras", afirmou.

Como exemplo, Pires citou a construção de uma estrada que ligará a zona do Pantanal com o deserto do Atacama, no Chile, "2 mil quilômetros que estarão prontos o ano que vem", segundo ela.

"Começamos a desenvolver outros produtos, que são interessantes para os brasileiros e para os sul-americanos de outros lugares", observou.

Quanto às conseqüências que poderia ter a crise mundial nessa indústria, ela se mostrou cautelosa. "Acho que o turismo é uma zona econômica muito afetada por fatores externos como são a mudança, a situação econômica, e está claro que não temos um cenário claro, por isso estamos atentos", apontou. EFE prc/rr

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