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Governo prevê que PIB terá expansão de 5,5% em 2011

Estimativa faz parte de projeto de lei orçamentária de 2011, encaminhado ao Congresso Nacional

AE |

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A projeção do governo é de que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 5,5% no próximo ano, segundo o projeto de lei orçamentária de 2011, encaminhado na terça-feira ao Congresso Nacional. Se a projeção do PIB for confirmada, ao final em 2011, ele resultará em um total de R$ 3,892 trilhões.

 

No caso da inflação, a expectativa é de verificar uma taxa de 4,50% em 2011, tanto pelo IPCA quanto pelo IGP-DI. Para o câmbio, o governo projetou uma cotação média de R$ 1,84 por dólar ao longo do próximo ano. Para a taxa de juros, a projeção é de uma Selic em 10,75% ao ano em dezembro de 2011, a mesma taxa em vigor hoje. O projeto também prevê um reajuste do salário mínimo dos atuais R$ 510,00 para R$ 538,15.

 

Ainda levando-se em conta o documento divulgado pelo Ministério do Planejamento, o IPCA deverá chegar a 5,20% neste ano e o IGP-DI a 8,68%. Para o PIB, a expectativa do governo é de um crescimento de 6,5% em 2010, totalizando R$ 3,524 trilhões. A taxa de câmbio média projetada é de R$ 1,80 para o final de 2010.

 

A receita líquida da União será de R$ 802,8 bilhões em 2011, o que significará 20,62% do PIB, segundo estimativas do governo apresentadas no projeto de lei orçamentária. No total, a receita deverá somar R$ 967,6 bilhões, o equivalente a 24,86% do PIB.

 

Para efeito de comparação, a receita líquida estimada para este ano é de R$ 730 bilhões (21,95% do PIB), enquanto a receita total esperada para o período é de R$ 873,9 bilhões (26,28% do PIB).

 

A meta de superávit primário das contas do setor público consolidado será de 3,22% do PIB no próximo ano, segundo o projeto. O governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) será responsável pelo cumprimento de 2,10% do PIB e caberá às empresas estatais federais um esforço fiscal de 0,20% do PIB. Com isso, ao governo federal caberá o cumprimento de 2,30% do PIB, e o restante caberá aos governos regionais, inclusive as estatais. Para o cálculo do governo central, não é considerado o abatimento relativo ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

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