absurdos - Home - iG" /
Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Governo mantém lei, mas vai evitar absurdos

Apesar dos protestos, sobretudo de comerciantes e consumidores de bebidas, o governo não vai rever a lei que instituiu o limite zero de álcool no sangue de quem dirige. Mas o ministro da Justiça, Tarso Genro, disse que haverá flexibilidade na aplicação da lei, para evitar absurdos como punir um padre que tomou vinho na missa, alguém que tomou medicamento ou a pessoa que comeu bala de licor.

Agência Estado |

"A norma não pode ser aplicada de maneira mecânica. Tem de ter flexibilidade para contemplar situações concretas", disse Genro. As três hipóteses extremas estão contempladas na lei, em vigor desde o dia 20 de junho, uma vez que as punições ocorrem a partir de 2 decigramas de álcool por litro de sangue. Genro afirmou que não haverá iniciativa do governo para abrandar a norma. "A determinação é expressa: o motorista não deve beber.Países como Suíça, Alemanha, Islândia e França são muito rigorosos em relação a isso, e nós iremos no mesmo caminho."

Lista de remédios

O Ministério da Saúde está elaborando uma lista dos medicamentos que têm álcool na composição e podem ser detectados no teste do bafômetro. Ainda não há data para a divulgação. A lista será usada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para regulamentar a lei seca. Cabe ao Contran regulamentar os índices previstos pela lei e os índices de tolerância para casos específicos. As informações são do O Estado de S. Paulo

COLABOROU ANA PAULA SCINOCCA

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG