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Governo leiloa blocos de prospecção de petróleo no Amazonas

Rio de Janeiro, 2 dez (EFE).- O Governo Federal vai acelerar a prospecção e produção de petróleo e gás no Amazonas, com o leilão de 13 mil quilômetros quadrados pelos quais 12 companhias manifestaram interesse, indicaram hoje fontes oficiais.

EFE |

Em 18 e 19 de dezembro a Agência Nacional de Petróleo (ANP) fará no Rio de Janeiro a 10ª Rodada de Licitações para a Prospecção e Produção de Petróleo e Gás Natural.

Até agora, foram aceitas 41 empresas nacionais e estrangeiras para disputar 130 blocos que ocupam uma área somada de 70 mil quilômetros quadrados, em "novas fronteiras e bacias maduras", informou a ANP.

Pela primeira vez o leilão anual será focalizado em blocos terrestres e não serão oferecidos os localizados em águas marinhas, profundas nem próximas à costa.

"O Amazonas participará dessa rodada com sete blocos em diferentes municípios, com a perspectiva de explorar petróleo e gás", disse em Manaus o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, segundo a "Agência Brasil".

O organismo regulador e autoridades e empresários locais discutiram recentemente em Manaus o esperado impacto econômico destas atividades.

A idéia nesta nova rodada é "atrair investimentos para regiões ainda pouco conhecidas em termos geológicos e identificar novas bacias produtoras", disse Lima.

Ele afirmou que em 100 dos blocos oferecidos "já há certeza de que existe petróleo" e nos demais somente indícios que têm que ser confirmados com novas perfurações.

Esses 30 blocos restantes, incluindo os sete do Amazonas, pertencem a "novas fronteiras", e segundo Lima têm potencial para aumentar as reservas comprovadas de hidrocarbonetos do país (que chegam hoje a 14 bilhões de barris).

A exploração de petróleo gera hoje novas expectativas de aumento de arrecadação de impostos e "royalties" que, segundo as autoridades, beneficiariam municípios pobres do Amazonas.

A difícil prospecção petrolífera no Amazonas começou em 1917, mas apenas em 1986 foi descoberta uma reserva importante.

Trata-se de Urucu, cerca de 650 quilômetros ao sudoeste de Manaus, onde hoje a Petrobras produz 10 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia e 50 mil barris de petróleo leve, de alto valor comercial. EFE ol/jp

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