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Em meio a negociações na Câmara para a votação da Medida Provisória (MP) de reajuste das aposentadorias de valor acima de um salário mínimo pagas pela Previdência Social, o chefe do gabinete pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, afirmou que o governo fez a sua parte ao conceder o aumento de 6,14%, em vigor desde o dia 1º de janeiro. "Não temos complexo de culpa quanto a isso.

Em meio a negociações na Câmara para a votação da Medida Provisória (MP) de reajuste das aposentadorias de valor acima de um salário mínimo pagas pela Previdência Social, o chefe do gabinete pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, afirmou que o governo fez a sua parte ao conceder o aumento de 6,14%, em vigor desde o dia 1º de janeiro. "Não temos complexo de culpa quanto a isso. Nosso governo fez a sua parte", disse. Carvalho considerou haver uma dívida do País com os aposentados, mas que o governo tem de agir com responsabilidade, porque todos os reajustes na área da Previdência têm impacto nas contas futuras.

Hoje à tarde haverá uma nova rodada de negociações entre os líderes da Câmara e do Senado para discutir mais uma vez o índice de reajuste. O líder do governo na Câmara e relator da MP, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), vai colocar o índice de 7% em seu parecer para ser lido na sessão de hoje à tarde do plenário. Os deputados e os senadores da base anunciaram o voto no porcentual de 7,71%, contrariando o governo e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na MP, Lula fixou o reajuste em 6,14%, mas aceitou os 7% negociados por Vaccarezza. A previsão é que a discussão comece hoje, mas que a votação da MP fique para amanhã.

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