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Governo dos EUA quer estímulo fiscal urgente

Washington, 8 fev (EFE).- O diretor do Conselho Econômico Nacional dos Estados Unidos, Larry Summers, disse hoje que é urgente que o Congresso aprove o plano de estímulo fiscal e manifestou certa flexibilidade sobre o conteúdo.

EFE |

Summers, um dos principais assessores econômicos do presidente americano, Barack Obama, enfatizou que "muitos postos de trabalho" estão em perigo para se trancar a lei, em uma entrevista ao canal de televisão "Fox News".

O Senado deve aprovar o plano na próxima terça-feira, se não houver contratempos, já que os democratas teriam votos suficientes para passar por qualquer obstáculo da oposição republicana.

Assim reconheceu o senador republicano John Cornyn, que se opõe ao plano.

"Prevejo que o projeto de lei será aprovado", disse Cornyn, em uma entrevista à "Fox News".

Após ser ratificado, o projeto de lei deverá ser harmonizado com a versão já aprovada pela Câmara de Representantes (Câmara Baixa), processo que deve ser difícil, devido às diferenças entre as duas.

A versão do Senado contempla reduções tributárias no valor de US$ 100 bilhões a mais que a da Câmara Baixa e, ao mesmo tempo, corta as transferências aos estados e os fundos para educação e saúde.

O volume final de estímulo é semelhante, pois o projeto do Senado contempla o uso de US$ 827 bilhões para reaquecer a economia e o da Câmara de Representantes, US$ 820 bilhões.

Summers expressou a flexibilidade do Governo de Obama sobre o conteúdo final do plano, ao remarcar que "90% dos dois projetos de lei é basicamente o mesmo" e que nem todos os elementos incluídos nele "são de alta prioridade".

"Precisamos que seja aprovado um programa importante rapidamente que crie entre 3 mihlões e 4 milhões de trabalhos", disse, em outro comparecimento no canal ABC. EFE cma/an

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