A ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, disse ontem, por intermédio de sua assessoria, em Brasília, que "não existe nenhum tipo de privilégio em relação à empresa Oi" para o Plano Nacional da Banda Larga. Ela afirmou ainda que "o governo está aberto a conversar com todas as empresas do setor".

A ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, disse ontem, por intermédio de sua assessoria, em Brasília, que "não existe nenhum tipo de privilégio em relação à empresa Oi" para o Plano Nacional da Banda Larga. Ela afirmou ainda que "o governo está aberto a conversar com todas as empresas do setor". No Rio de janeiro, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, admitiu que o banco está trabalhando junto com o governo na formação do Plano Nacional de Banda Larga, que prevê a expansão do serviço no País. Durante entrevista para detalhar o desempenho do banco no primeiro trimestre, Coutinho comentou sobre as muitas notícias que estariam sendo divulgadas na imprensa sobre os recursos que o banco disporia para o plano. "Eu vi alguns números, e um deles, pelos menos, me pareceu exagerado", afirmou. "Nós estamos discutindo as condições (da participação do banco no plano), mas elas serão muito mais modestas do que foram propaladas." No mesmo evento, ele negou que o banco possa oferecer uma linha ou instrumento de financiamento exclusivo para apoiar o plano. <i>As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.</i>

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