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Governo divulgará campanha de fim de ano incentivando o consumo interno

BRASÍLIA - O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da presidência, Franklin Martins, anunciou nesta segunda-feira que o governo federal deverá veicular uma campanha por duas semanas explicando que a posição do Brasil em relação à crise internacional é sólida. A estratégia, segundo Martins, é estimular o consumo interno durante o mês de dezembro. O mundo aprendeu a confiar no Brasil. E o Brasil confia nos brasileiros, será a chamada da campanha.

Carol Pires, Último Segundo/Santafé Idéias |

Segundo Franklin Martins, o presidente Lula fez questão de enfatizar que "o Brasil está mais preparado para enfrentar crises do que antes e também mais preparado que outros países para enfrentar a crise atual. Dois meses depois da crise, o País ainda está estável. Antes, em 72 horas estávamos de joelhos, ressaltou o ministro.

Na avaliação de Martins, a diversificação das exportações, as altas reservas do país, o aumento do salário mínimo, a intensificação de programas sociais, como o Bolsa Família e os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ações que antes todo mundo criticava, explicam a robustez da economia nacional frente à crise.

Presidente Lula

Para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar da crise financeira internacional, o Brasil continuará em ritmo de crescimento. "Com alguns arranhões, mas na trajetória de crescimento", essa foi, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a avaliação do presidente.

Segundo Mantega, Lula falou muito aos ministros sobre a reunião do G-20, ocorrida no último dia 15, em Washington, nos Estados Unidos. Durante o encontro, o presidente teria percebido que o Brasil é um dos países "menos vulneráveis" às turbulências do mercado. E que o G-20 se tornou um dos fóruns privilegiados para amarrar essa coordenação  internacional. "Deixamos de ser coadjuvantes para ser protagonistas do processo econômico mundial. É preciso implantar uma nova ordem econômica mundial, disse Lula durante a reunião, segundo relato de Mantega.

Guido Mantega observou que, apesar o otimismo do presidente, "2009 será um ano pior do que 2008 para o mundo como um todo", já que economias como a dos Estados Unidos, Japão e União Européia devem enfrentar uma recessão. Mas ele reiterou que o Brasil não sofrerá o mesmo quadro econômico.

 

 

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