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Governo cria Confederação Nacional de Serviços

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, autorizou hoje a criação da Confederação Nacional de Serviços (CNS), entidade privada similar à Confederação Nacional da Indústria (CNI), à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Confederação Nacional do Comércio (CNC). A CNS nasce representando de 500 mil a 600 mil pequenas e médias empresas do setor de serviços, que empregam, juntas, cerca de 2 milhões de pessoas no País, segundo informação de Luigi Rese, presidente da Associação de Empresas do Setor de Serviços, uma entidade de caráter associativo, que será substituída pela CNS.

Agência Estado |

Rese teve hoje audiência com Lupi, na qual foi assinada a portaria que cria a confederação. A portaria autorizando a criação da CNS deve ser publicada amanhã no Diário Oficial da União (D.O.U.). A nova entidade terá caráter sindical.

"A CNS vai representar os setores de serviços, excetuando comércio, transportes, saúde e finanças, que têm suas próprias representações, como informática, comunicações, telemarketing e serviços gerais", comentou Rese, ao deixar o Ministério do Trabalho.

Rese disse acreditar que a entidade poderá ajudar os empresários do setor a atuarem de forma coordenada para enfrentar os reflexos - inevitáveis, segundo ele - da crise financeira internacional. "O setor de serviços vai sofrer o efeito da crise, como todo mundo, mas o setor tem maior capacidade de recuperação devida ao grande número de pequenas e médias empresas, cuja flexibilidade é maior", comentou.

Entre as metas definidas pela nova entidade como prioritárias para o setor está a decisão de aumentar participação das empresas de serviço na discussão da reforma tributária. "A criação do IVA (Imposto sobre Valor Adicionado) federal e a desoneração da folha de salários são os principais pontos da reforma que mais interessam as empresas", completou.

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