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Governo britânico não vai pedir ao BC para cortar juros

Por Matt Falloon LONDRES (Reuters) - O governo britânico não vai pressionar o banco central para cortar as taxas de juros, mas está preparado para tomar medidas econômicas para conter a crise de crédito, disse o ministro das Finanças, Alistair Darling, no domingo.

Reuters |

Darling afirmou em entrevista à TV BBC que precisa ser flexível com as finanças públicas e que vai apresentar um esboço na quarta-feira de como os governos devem reagir ao "choque global".

Nos últimos meses, cresceu a especulação de que o governo vai mudar as regras fiscais, que colocam limite na dívida pública, para garantir mais espaço visando ajudar famílias e negócios, enquanto a Grã-Bretanha se aproxima da primeira recessão desde o início dos anos 1090.

O Banco da Inglaterra, que ganhou o poder de regular as taxas de juros logo após a eleição do Partido Trabalhista para o governo em 1997, tem que controlar a inflação a 2 por cento e apoiar as políticas econômicas do governo.

A maioria dos analistas espera que o Comitê de Política Monetária do banco central inglês corte as taxas de juros de 5 por cento para 4,75 por cento a reunião mensal na quinta-feira, apesar de a inflação estar mais do que o dobro da meta oficial.

Alguns dizem que os custos de empréstimos vão a certa altura ter que cair abaixo de 3,5 por cento para o menor nível em mais de 50 anos para impedir uma recessão prolongada.

"Um grande corte (nas taxas de juros) vai ter que ocorrer, e o chanceler (Darling) vai ter que limpar o caminho para que eles possam fazer isso", disse o porta-voz liberal-democrata Vincent Cable.

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