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Governo argentino rejeita terceiro avaliador de pagamento por empresa aérea

Buenos Aires, 14 nov (EFE).- O Governo argentino rejeitou hoje a possibilidade de convocar um terceiro negociador para determinar quanto deve oferecer à companhia turística espanhola Marsans por empresas aéreas, em um negócio que está parado desde julho, devido a um impasse sobre o valor a ser pago.

EFE |

O Estado argentino já é dono de 5% da Marsans.

"Somos escravos da lei. O Congresso é quem tem a última palavra e nos ateremos a ela", disse à imprensa o ministro do Planejamento argentino, Julio de Vido.

Para o Governo da Argentina, a Marsans tem uma avaliação negativa de US$ 832 milhões, pelo que não deveria pagar nada, enquanto para a Marsans, esse valor fica entre US$ 330 milhões e US$ 546 milhões.

Diante destas divergências, De Vido considerou hoje que "é preciso deixar que atuem as instituições".

O Parlamento argentino aprovou uma lei que valida o "resgate estatal" de Companhias aéreas, na qual se estabelece que o Legislativo dê o último sinal verde ao preço que o Estado pagará pela empresa.

O grupo espanhol reivindica que se convoque um terceiro avaliador, independente, cuja análise seria inapelável, tal como estabelece a ata assinada com o Governo em 17 de julho, quando iniciaram a negociação.

De Vido afirmou hoje, porém, que "não haverá um terceiro avaliador dos ativos da companhia", com base na comissão do Congresso que acompanha as negociações e desaprovou ontem a avaliação apresentada pela Marsans.

Por sua vez, a Marsans respondeu que não pode ser obrigada a vender Companhias aéreas por um valor imposto pelo Governo e advertiu que, em caso de desapropriação, recorrerá a todas as armas legais disponíveis.

A comissão parlamentar intimou a Marsans a apresentar até a próxima semana uma posição formal sobre se aceita ou não a proposta do Governo argentino. EFE nk/jp

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