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Governo argentino nega desequilibrio de reservas por quitação com Clube de Paris

BUENOS AIRES - O secretário de Finanças da Argentina, Hernán Lorenzino, descartou neste sábado que a decisão do governo de Cristina Kirchner de saldar a dívida com o Clube de Paris possa acarretar desequilíbrios nas reservas do Banco Central.

AFP |

"Depois do pagamento ao Clube de Paris, o nível de reservas é mais que suficiente para proteger o valor da moeda", assegurou Lorenzino, estimando que a economia argentina está protegida contra qualquer turbulência.

Durante a semana, a Argentina anunciou que pagará com suas reservas monetárias do Banco Central a dívida com o Clube de Paris, avaliada em 6,706 bilhões de dólares, numa decisão comemorada por empresários e economistas.

Segundo a presidente Cristina Kirchner, reservas do Banco Central (BCRA) alcançam cerca de 47 bilhões de dólares.

O anúncio foi aplaudido de pé pelos empresários, ministros e governadores que lotavam o Salão Branco da Casa Rosada, em um ato no qual eram aguardadas medidas de promoção para o setor industrial.

As negociações com o Clube de Paris estavam bloqueadas há meses por causa da rejeição do governo argentino em solicitar o aval do Fundo Monetário Internacional (FMI). A Argentina rompeu com o Fundo em janeiro de 2006, saldando a dívida de 9,6 bilhões de dólares que mantinha com o órgão, já recorrendo às reservas do Banco Central.

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