Brasília, 20 - Para estabelecer um controle rigoroso em relação aos níveis de toxina nos lotes de castanha, o governo brasileiro poderá adotar procedimentos tomados por outros países. A partir das informações avaliadas pelo projeto, as autoridades sanitárias do país exportador ou importador podem identificar o risco ao adquirir um lote do produto.

A ideia é adotar os procedimentos do Projeto Conforcast, que desenvolve, desde 2006, métodos de avaliação para identificar os níveis de contaminação de aflatoxina, causada por fungos que atacam a castanha.

O Conforcast é executado e coordenado pelo Laboratório Nacional Agropecuário de Minas Gerais (Lanagro/MG) em cooperação técnica com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos da América (USDA). A substância tóxica é produzida por fungos e pode causar problemas hepáticos. O fungo se desenvolve naturalmente durante o ciclo produtivo da castanha que se encontra em condições inadequadas de armazenamento, secagem e transporte. Em 2008, no período de janeiro/fevereiro, foram exportadas quase 3 mil toneladas, caindo para 0,5 tonelada no mesmo período de 2009. As informações são da assessoria de imprensa do Ministério da Agricultura.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.