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Governo admite que crise deve alterar nível de emprego

BRASÍLIA - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou nesta quarta-feira que, diante da crise financeira internacional, o Brasil deve sofrer uma alteração na curva de crescimento no nível de emprego no País. O grande ponto de convergência entre a lógica do cidadão e a lógica da empresa é o emprego. Vai haver inflexão, mas tentaremos evitá-la com todos os instrumentos possíveis para que esta inflexão seja a menor possível, afirmou Dilma durante uma em audiência pública na Câmara dos Deputados, onde ela deu detalhes sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Carollina Andrade e Carol Pires - Santafé Idéias |

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, também afirmou que o governo tem que estar atento aos sinais de redução de postos de trabalho que ocorrem no País. No entanto, ele garantiu que "até o momento" não existe demissões em massa no Brasil. "O governo tem que se preocupar com isso", reconheceu Bernardo. "A ordem [do presidente] é preservar o emprego e os trabalhadores", acrescentou.

As declarações de Dilma e Paulo Bernardo ocorrem após a Vale anunciar nesta quarta a demissão de 1,3 mil funcionários e conceder férias coletivas a outros 5,5 mil, que ficarão parados a partir de 1º de dezembro e por um prazo máximo de 30 dias corridos.

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