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Google informa que cancelará programa de anúncios em jornais

O Google informou que está cancelando seu programa para vender anúncios impressos para jornais, dizendo que o esforço não foi tão efetivo quanto se imaginava e citando a necessidade de concentrar seus recursos em produtos mais promissores. A empresa de internet afirmou que vai parar de oferecer publicidade sob o programa chamado Print Ads em 28 de fevereiro deste ano.

Agência Estado |

"Embora esperássemos que o Print Ads criaria um novo fluxo de receita para jornais e produziria publicidade mais relevante para os consumidores, o produto não criou o impacto que nós - e nossos parceiros - desejávamos", afirmou Spencer Spinnell, diretor do Google Print Ads, em um texto publicado no blog da companhia.

Essa é uma entre as várias iniciativas recentes que o Google tem tomado para enfrentar o difícil período econômico atual. Recentemente a companhia demitiu 100 funcionários e fechou alguns programas online menos estabelecidos, incluindo o Google Notebook, um serviço para salvar páginas da web e um programa de mundo virtual.

O movimento do Google levanta dúvidas sobre o futuro de outras medidas da gigante de busca na internet para vender publicidade envolvendo a mídia tradicional, como rádio e televisão - que a companhia já reconheceu que ainda não gerou receita significativa. Essas medidas são consideradas uma parte importante do plano do Google para se lançar além do negócio já maduro de anúncios online, que atualmente responde por 97% da receita da empresa.

O Google deu início ao programa Print Ads - que permitia que anunciantes colocassem anúncios em jornais por meio de uma interface online - em 2006, como um meio de diversificar seus negócios para além da publicidade em páginas de busca e também para ajudar os jornais a se adaptarem à era digital. O programa alcançou 800 jornais nos Estados Unidos.

No entanto, o Google não conseguiu gerar uma receita significativa com o programa. "Está claro que o atual programa Print Ads não é a solução certa", afirmou Spinnell. O executivo acrescentou que a companhia "vai continuar dedicando uma equipe para avaliar como ajudar os jornais". As informações são da Dow Jones.

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