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Goodyear critica Standard Poor s por colocá-la em lista de vigilância

Washington, 13 nov (EFE) - A companhia de pneus Goodyear disse hoje que estava decepcionada com a decisão da firma Standard & Poors de colocar sua qualificação de crédito em vigilância (creditwatch) com implicações negativas. Estamos decepcionados com a ação da Standard & Poors. Há diferenças fundamentais entre nossa atividade e as companhias cujas atividades estão profundamente vinculadas aos fabricantes de veículos de Michigan, disse Darren Wells, vice-presidente executivo e diretor-financeiro da Goodyear.

EFE |

Hoje, a Standard & Poor's colocou 13 fornecedores que trabalham com a General Motors, a Ford e a Chrysler em vigilância com implicações negativas pelas repercussões da crise destes fabricantes em suas atividades.

As empresas assinaladas por S&P são ArvinMeritor, BorgWarner, Cooper-Standard Automotive, Federal-Mogul, Goodyear, Hayes Lemmerz International, Johnson Controls, Lear, MetoKote, Shiloh Industries, Stoneridge, Tenneco e Visteon.

A agência de classificação de risco considerou que "certas companhias seriam capazes de resistir ao golpe em sua liquidez da repentina moratória de um ou mais fabricantes, mas não podem ser capazes de fazê-lo e permanecer nos atuais níveis de qualificação".

A S&P também advertiu de que outras empresas que não foram incluídas hoje no "creditwatch" poderiam fazer parte da lista no futuro.

"Dado o potencial de imensas mudanças estruturais a curto prazo no setor, gostaríamos de resolver os relacionados na creditwatch à medida em que recebemos mais informação sobre a possível ajuda aos fabricantes do Governo americano ou sobre sua falta de ajuda", acrescentou.

A Goodyear disse que, "dos aproximadamente US$ 20 bilhões em vendas totais de 2007, menos de 8% procederam das operações globais dos três fabricantes baseados em Michigan (General Motors, Ford e Chrysler)".

"Este número será mais baixo devido ao fraco volume em 2008.

Estes clientes são importantes para nós, mas mais de 80% de nossas vendas são feitas no mercado de substituição por consumidores que já têm veículos", acrescentou Wells. EFE crd/db

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