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GM pode deixar de renovar 1,6 mil contratos temporários de trabalho no ABC paulista

SÃO PAULO - A General Motors não deve renovar boa parte dos 1.633 contratos de trabalhadores temporários que estão em licença remunerada na fábrica de São Caetano do Sul, no ABC paulista.

Agência Estado |

 

Os contratos vencem entre fevereiro e março. O presidente da montadora, Jaime Ardila, adianta que, para a produção programada para este ano, essa mão-de-obra extra não será necessária. "Contratamos pessoal temporário no ano passado, quando prevíamos um mercado de 3,2 milhões de veículos", diz. "O ano fechou com vendas de 2,8 milhões de unidades e este ano deve ficar em 2,4 milhões".

A GM, segundo ele, deve produzir este ano 500 mil veículos em suas três fábricas, uma queda de 17% em relação a 2008. Na fábrica de São José dos Campos (SP), onde já foram dispensados 800 temporários, a empresa anunciou ontem novo período de férias coletivas de um mês para parte dos mais de mil funcionários da unidade de motores.

Já na fábrica de Gravataí (RS), as férias coletivas previstas para fevereiro foram canceladas por causa da demanda por carros pequenos. Em São Caetano, dois dias de licença agendados para este mês também foram suspensos. "Pessoalmente, é muito frustrante não renovar o pessoal já treinado, mas nossa prioridade é manter os 22 mil empregados fixos que temos", diz.

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