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GM pede linha de crédito de até US$ 18 bi ao congresso dos EUA

SÃO PAULO - A General Motors (GM) pediu nesta terça-feira ao congresso dos EUA um empréstimo oficial de até US$ 18 bilhões para se recuperar da sua frágil situação financeira atual. Se tiver acesso aos recursos, a maior montadora norte-americana promete se tornar uma empresa lucrativa e sustentável no longo prazo.

Valor Online |

Dentro do plano apresentado, a GM pede uma linha de crédito de US$ 12 bilhões para garantir sua liquidez até o final de 2009. De imediato, a empresa sacaria US$ 4 bilhões deste montante. A empresa pede ainda uma reserva de outros US$ 6 bilhões, que seriam usados em caso de piora da crise atual. A montadora diz que pretende começar a quitar os empréstimos já em 2011.

Para ter direito ao dinheiro em condições facilitadas pelo governo, a GM se compromete a aumentar a produção de veículos mais eficientes em termos de uso de combustível, cortar gastos com salários e benefícios para executivos e mudar sua estrutura de capital.

A Ford também apresentou seu plano ao congresso norte-americano, o mesmo que deve ocorrer com a Chrysler. A montadora pediu uma linha de crédito de US$ 9 bilhões e em troca prometeu um programa de investimento de US$ 14 bilhões em novas tecnologias ao longo dos próximos sete anos.

O plano apresentado pela Ford diz que ela voltará ao azul em 2011, caso tenham acesso à linha emergencial do governo. A companhia diz que não teria uma crise de liquidez em 2009 em circunstâncias normais, mas que não pode garantir isso no caso de um agravamento da crise atual, ou de um pedido de concordata de uma de suas competidoras.

As três maiores montadoras dos EUA, General Motors, Ford e Chrysler, foram recentemente ao congresso norte-americano pedir ajuda oficial, mas tiveram suas demandas negadas. Os congressistas se recusaram a aprovar um plano de empréstimo de US$ 25 bilhões para as empresas, sem que elas apresentassem sequer um programa explicando como pretendiam gastar os recursos e também como vão se enquadrar a uma nova realidade do mercado.

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