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GM pede até US$ 16,6 bi a mais do governo e prevê demitir 47 mil

SÃO PAULO - A General Motors apresentou um plano para recuperar suas finanças que prevê a demissão de 47 mil funcionários em todo o mundo e o fechamento de fábricas. Além disso, a montadora pede mais dinheiro do governo, do qual já tomou empréstimos de US$ 13,4 bilhões.

Valor Online |

 

Seriam US$ 9,1 bilhões em ajuda adicional nas condições atuais ou, se o cenário econômico piorar, mais US$ 16,6 bilhões. Ou seja, considerando-se o pior cenário e os empréstimos já tomados, o pedido de dinheiro da GM totalizaria US$ 30 bilhões.

A proposta, enviada ao Tesouro dos Estados Unidos, inclui o fechamento de 14 fábricas até 2012, enquanto as 47 mil demissões seriam realizadas neste ano. Se não conseguir um comprador interessado, as marcas Hummer e Saturn serão descontinuadas.

O plano da GM leva a empresa ao equilíbrio de contas no cenário em que as vendas totais da indústria automotiva nos EUA se situem entre 11,5 milhões e 12 milhões de unidades ao ano. A montadora argumenta ainda que o custo de uma falência seria de pelo menos US$ 100 bilhões.

Hoje era o dia final para que GM e Chrysler apresentassem seus planos de reestruturação ao Tesouro dos Estados Unidos. A Chrysler pediu uma ampliação da linha de crédito para capital de giro com recursos oficiais para até US$ 9 bilhões.

Ainda no ano passado, a montadora já havia recebido US$ 4 bilhões em empréstimos do governo e tinha fechado acordo para ter acesso a mais US$ 3 bilhões. Agora, a Chrysler pede que esta segunda parcela seja elevada pelo governo para US$ 5 bilhões. A companhia informou que pretende cortar custos fixos em US$ 700 milhões este ano, eliminar 3 mil empregos e deixar de produzir três modelos de veículos.

(Valor Online, com agências internacionais)

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