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GM paralisa operações na Venezuela por causa de conflito sindical

Caracas - A filial na Venezuela da americana General Motors (GM) ordenou nesta sexta-feira aos trabalhadores de sua fábrica de montagem no país que não se reincorporem a seus postos na próxima segunda-feira devido a um conflito sindical interno impede oferecer-lhes garantias de proteção física.

EFE |

Em comunicado, a companhia fabricante de automóveis explicou que "desde o dia 28 de julho diretores do Sindicato de Vencedores Socialistas e de um reduzido grupo de trabalhadores paralisaram" as atividades da planta e "obstaculizam pela força o acesso às instalações".

A companhia, líder em vendas no mercado local e que emprega cerca de 3.500 trabalhadores, acusou que os grevistas supostamente mantêm "uma conduta violenta e insegura" e têm "realizado agressões e ameaças contra trabalhadores, assim como danos aos veículos, equipamentos, maquinarias e materiais de propriedade privada".

No comunicado divulgado este sábado, a empresa informou que embora suas "operações de produção de veículos estavam paradas por falta de material, o pessoal administrativo tinha continuado trabalhando".

"Atualmente nossos problemas de material foram resolvidos e nos encontramos prontos para dar continuidade ao compromisso que assumimos com a Venezuela há 60 anos, enquanto esta situação se resolva", diz o comunicado oficial.

A companhia expressou sua "fé em chegar a uma pronta solução (do conflito laboral) através do uso dos recursos legais que a General Motors da Venezuela e seus trabalhadores têm disponível". EFE gf/ma

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