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GM, Ford e Chrysler pedem mais ajuda ao Congresso dos EUA

Os presidentes executivos da General Motors, da Ford e da Chrysler tentarão nesta terça-feira convencer os parlamentares americanos a duplicarem a ajuda concedida ao setor automobilístico, depois da liberação em setembro de uma verba de 25 bilhões de dólares que ainda não foi distribuída.

AFP |

Alan Mullaly (Ford), Robert Nardelli (Chrysler) e Richard Wagoner (GM) comparecem nesta terça-feira a partir das 18H00 de Brasília ante o comitê bancário do Senado, a quem pedirão outros 25 bilhões de dólares para evitar a falência.

Entretanto, o democrata Chris Dodd, presidente deste comitê, advertiu na semana passada que não conhecia "um único republicano disposto a apoiar" o resgate das montadoras, abaladas pela crise do crédito e a queda de suas vendas.

O secretário do Tesouro, Henry Paulson, avisou nesta terça-feira que o plano de resgate do sistema financeiro "não é a panacéia para todas as nossas dificuldades econômicas".

"O plano de resgate não foi concebido para ser um plano de recuperação, mas para consolidar as fundações de nossa economia estabilizando o sistema financeiro. Não se pode esperar dele que compense o impacto dos danos provocados por uma crise tão grave", declarou Paulson nesta terça-feira durante uma audiência diante da comissão dos serviços financeiros da Câmara dos Representantes.

Apoiado pelos democratas, o projeto de ajuda ao setor automobilístico enfrenta a oposição dos parlamentares republicanos.

"O modo de funcionamento da GM é baseado em um modelo errôneo, a empresa tem uma péssima direção e nenhum esquema de inovação. Agora eles querem mais 25 bilhões de dólares, além dos 25 bilhões já liberados. Onde vamos parar?", perguntou segunda-feira o senador republicano do Alabama Richard Shelby.

De acordo com um estudo da Ford apresentado nesta terça-feira pelo Wall Street Journal, um eventual desaparecimento da empresa provocaria a supressão de pelo menos 75.000 empregos diretos e indiretos em 25 estados do país.

bur/yw

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