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Washington, 28 jan (EFE).- A General Motors (GM) anunciou hoje que, a partir de 2 de fevereiro, demitirá 1. 600 funcionários, ao dar por encerrado um programa de assistência pelo qual pagava 85% do salário a pessoas sem emprego.

O programa, conhecido como "banco de trabalhos", foi criticado por legisladores americanos como uma mostra da má gestão econômica das três grandes fabricantes de automóveis do país - General Motors, Ford e Chrysler.

Os trabalhadores que faziam parte do programa não compareciam a seus postos de trabalho, mas a GM pagava a eles grande parte do salário com a esperança de que fossem readmitidos no futuro.

A eliminação do programa era uma das condições impostas pelas autoridades federais americanas como condição para que GM e Chrysler recebessem US$ 17,4 bilhões em empréstimos provenientes dos cofres públicos.

Atualmente, outros 3.400 funcionários da Ford e da Chrysler estão amparados no "banco de trabalhos".