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GM defende seu presidente após acusações em Washington

Toronto (Canadá), 8 dez (EFE).- A General Motors (GM) saiu hoje em defesa de seu presidente e executivo-chefe, Rick Wagoner, depois que em ambientes políticos de Washington pediram a cabeça do máximo executivo como condição para ajudar a fabricante.

EFE |

O senador Chris Dodd, presidente do Comissão de Bancos do Senado, repetiu hoje em declarações à rede de televisão "ABC" que Detroit necessita de novos diretores para poder sair da crise.

"Não é meu trabalho contratar e despedir (os executivos), mas o que sugiro é que é necessário que haja novas equipes trabalhando aqui", afirmou.

Dodd se referia às declarações que fez no domingo durante entrevista à "CBS", quando expressou de forma contundente e clara a rejeição que existe no Capitólio contra Wagoner.

O senador afirmou que se deve "considerar um novo líder" e acrescentou que Wagoner tinha que "deixar" a principal fabricante de automóveis americana.

No entanto, o vice-presidente do conselho de administração da GM, Bob Lutz, afirmou hoje à rede de televisão "CNBC" que Wagoner "é sem dúvida o melhor executivo-chefe" com o qual trabalhou em toda sua vida e que "sob seu mandato, a GM realizou grandes transformações".

Lutz frisou que Wagoner não deveria ser "o bode expiatório" de uma situação na qual todas as fabricantes, incluídas as asiáticas, cometeram erros.

As palavras de Lutz coincidiram com a aparição hoje de um anúncio na imprensa especializada na qual a GM reconheceu que cometeu erros a ponto de "trair" os consumidores americanos.

"Embora ainda sejamos líder de vendas nos Estados Unidos, reconhecemos que decepcionamos. Às vezes, destruímos sua confiança ao deixar que nossa qualidade ficasse abaixo da média do setor e nossos desenhos carecessem de originalidade", afirmou a GM no anúncio. EFE jcr/ab/rr

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