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GM apresenta plano e pede mais US$ 16,6 bi dos EUA

A General Motors pediu acesso a mais US$ 16,6 bilhões em ajuda do governo dos Estados Unidos e afirmou que ficará sem dinheiro no próximo mês se não receber ajuda federal. A maior montadora dos EUA, que está sobrevivendo com o empréstimo de US$ 13,4 bilhões concedido pelo governo nos últimos meses, expôs ao Departamento do Tesouro norte-americano um plano para fechar mais 14 fábricas, eliminar centenas de revendedores e cortar 47 mil empregos neste ano em todo o mundo.

Agência Estado |

A GM anunciou que não conseguiu fechar acordos importantes com o United Auto Workers (UAW), sindicato dos trabalhadores da indústria automotiva, e com detentores de bônus para reduzir os custos trabalhistas e enxugar sua dívida de US$ 47 bilhões. As negociações entre as duas partes deverão prosseguir. O UAW informou no fim da tarde que aceitou um acordo prévio sobre mudanças contratuais com as três grandes montadoras de Detroit.

Em um documento de mais de cem páginas apresentado ao Tesouro, a companhia argumentou que a concordata seria ainda mais custosa e prolongaria uma reestruturação apoiada pelo governo. A montadora disse que uma concordata tradicional poderia custar até US$ 100 bilhões, atribuindo esse custo à receita perdida.

No lugar disso, a GM propõe uma aceleração da redução do tamanho da empresa, que envolveria cortes mais profundos do que os previstos em dezembro. As medidas incluem o fechamento de 14 fábricas até 2012, em vez das nove previamente calculadas, a eliminação de 47 mil empregos horistas e assalariados neste ano em todo o mundo e o fim da marca Hummer neste ano e da Saturn em 2011, se nenhuma alternativa surgir.

O pedido de empréstimo da GM inclui US$ 4,6 bilhões em março e abril. Essa valor levaria o empréstimo total a US$ 18 bilhões, que é o volume que a GM pediu inicialmente, em dezembro. Adicionalmente, a GM está pedindo US$ 7,5 bilhões em linha de crédito que poderia ser sacada em um cenário mais baixista e está pedindo o adiamento do reembolso de uma linha de crédito de US$ 4,5 bilhões que vence em 2011. A montadora vai buscar ajuda do governo de outros países e vai reestruturar suas operações em todo o mundo. As informações são da Dow Jones.

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