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GM analisa opções contra crise, diz Wall Street Journal

Washington, 22 nov (EFE).- A direção da General Motors (GM) analisa todas as opções perante a crise que atinge a empresa automobilística, inclusive a quebra, informou hoje o jornal The Wall Street Journal.

EFE |

Se for confirmada, essa opção contradiz a postura adotada pelo presidente executivo da GM, Rick Wagoner, que pressiona para que o Congresso aprove um plano de empréstimos de US$ 25 bilhões para a indústria automobilística dos Estados Unidos.

Durante longas audiências no Congresso, na terça e na quarta-feira passadas, Wagoner disse aos legisladores que a quebra não era uma opção viável para sua empresa e que seria preferível um plano de ajuda do Congresso.

Segundo o jornal, a direção da companhia se reuniu na noite de sexta-feira em sua sede em Detroit e analisou a possibilidade de acolher à lei de falência, entre as medidas que analisam para fazer frente aos seus problemas de liquidez.

No entanto, durante a reunião, os diretores reconheceram que a declaração de quebra não é, na realidade, "uma opção viável" para sair da crise, segundo o "The Wall Street Journal".

A junta "está comprometida a considerar todas as opções", em virtude das circunstâncias que surjam, acrescentou o jornal, citando um e-mail da empresa.

Um porta-voz da GM, Tony Cervone, disse que a gerência está fazendo todo o possível para evitar a quebra.

Wagoner preferiu não comentar sobre o assunto e não se sabe se a companhia contratou assessores independentes para avaliar as opções sobre a mesa, afirmou o jornal.

A notícia sobre a possibilidade de uma quebra surge em momentos em que os "Três Grandes de Detroit" (GM, Ford e Chrysler) tem até 2 de dezembro para entregar ao Congresso um plano de viabilidade a longo prazo e uma justificativa de quanto e como usarão o dinheiro que o Legislativo possa vir a lhes oferecer.

Para reduzir suas despesas operacionais, a GM informou na sexta-feira que reduzirá a produção com o fechamento de cinco fábricas de montagem nos próximos dois meses. A medida afetará 16 mil trabalhadores nos estados de Ohio, Michigan, Kansas e Missouri, nos Estados Unidos, e em Ontário, no Canadá.

A GM, que foi alvo de críticas dos congressistas porque seus executivos viajaram para pedir ajuda a Washington em aviões privados, também anunciou que encerrará o uso de dois de seus aviões fretados. EFE mp/ab/jp

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