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Gigolô que chantageou empresária alemã reclama de invasão de privacidade

BERLIM - O gigolô suíço Helg Sgarbi, suposto chantagista da multimilionária Susanne Klatten, afirma ter tido sua intimidade invadida pela imprensa após o caso com a mulher mais rica da Alemanha vir a público.

EFE |

"Denuncio o debate público que se produziu, no qual se misturaram tanto nomes de vítimas quanto de pessoas do meu entorno familiar particular, citados como supostos cúmplices", afirmou o suposto chantagista da herdeira, segundo o semanário "Der Spiegel".

O indivíduo, um suíço de 43 anos, acredita que isso pode atrapalhar o julgamento que previsivelmente haverá contra si por extorsão antes do fim do ano. O caso da extorsão sofrida por Klatten veio a público há uma semana e, desde então, se transformou em uma novela que ocupa grandes espaços na imprensa popular, como o "Bild", mas também em veículos de comunicação econômicos, como o "Financial Times Deutschland".

Junto aos nomes do gigolô e de seu cúmplice, Ernano Barretta, foram divulgados os da esposa do primeiro, assim como detalhes de sua vida particular e de uma suposta seita em que, além da extorsão, são praticados favores sexuais. Klatten, de 46 anos, é a herdeira da família Quandt, acionista majoritária do consórcio BMW e tem um patrimônio estimado de 13 bilhões de euros (US$ 16,38 bilhões).

Durante meses, ela, que, com a mãe e o irmão Stefan detêm 46% das ações da BMW, foi chantageada pelo suíço, um gigolô com quem teve encontros sexuais em hotéis de luxo e que a extorquiu

Primeiro, Sgarbi pediu à milionária 7,5 milhões de euros (US$ 9,4 milhões), valor que a executiva pagou, mas o chantagista continuou pedindo mais e ameaçando publicar as fotos e as gravações.

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