A BM&FBovespa divulgou os nomes das dez primeiras grandes empresas que terão papéis negociados no País a partir do próximo semestre. Apple, Google, Bank of America Corporation, ArcelorMittal, Goldman Sachs, Billiton Limited Common, Wal Mart Stores, Exxon Mobil Corporation, McDonalds e Pfizer foram as escolhidas pelo Deutsche Bank, que será o responsável pela venda dos papéis.

A BM&FBovespa divulgou os nomes das dez primeiras grandes empresas que terão papéis negociados no País a partir do próximo semestre. Apple, Google, Bank of America Corporation, ArcelorMittal, Goldman Sachs, Billiton Limited Common, Wal Mart Stores, Exxon Mobil Corporation, McDonalds e Pfizer foram as escolhidas pelo Deutsche Bank, que será o responsável pela venda dos papéis. As ações serão vendidas como Brazilian Depositary Receipt (BDRs) não patrocinados. Isso quer dizer que os investidores não comprarão diretamente os papéis, mas recibos correspondentes às ações das companhias. Esses recibos são de papéis que o Deutsche já mantém em custódia no mercado americano. Para garantir a liquidez do produto, o banco alemão acertou com a BM&FBovespa de cumprir o papel de market maker (formador de mercado). Caso ocorra falta de ação ou escassez de comprador para o papel no mercado, o Deutsche se compromete em fazer os movimentos de venda e compra. Norma. Pelas regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), como os papéis virão por meio de uma instituição e não diretamente da empresa emissora, as pessoas físicas não poderão comprar as ações pelo pregão da Bolsa. Terão de investir por meio de fundos de investimento, gestores de investimento (asset management) e corretoras. Fundos de pensão também estão impedidos de comprar e vender diretamente. "A negociação será no Mercado de Balcão Organizado do segmento Bovespa", disse a BM&FBovespa, em comunicado. Com o lançamento desse novo produto, a Bolsa disse que "tem como objetivo oferecer ao mercado novas alternativas de investimento". Além disso, afirmou que, para os próximos BDRs, abrirá um processo de concorrência para escolher quem será o parceiro. Ganhará a instituição que garantir o maior volume de negócios. <i>As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.</i>

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