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Gestão compartilhada do Banco Votorantim visou eficiência, diz Mantega

SÃO PAULO - Em uma modalidade de operação diferente das que vinham sendo adotadas, o Banco do Brasil (BB) não comprou o controle acionário do Banco Votorantim, limitando-se a uma participação de 49,99% no capital votante e à gestão compartilhada. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a arquitetura da transação foi definida visando à maior eficiência das operações do Votorantim, que segue controlado pela família Ermírio de Moraes.

Valor Online |

O ministro explicou que as características e a expertise do Votorantim sugerem que a instituição continue sendo privada. Ele citou como exemplo a maior experiência do banco em operações de financiamento de veículos, quando comparado ao BB. Segundo Mantega, a complementaridade de operações vai gerar importantes sinergias, motivo pelo qual a associação se mostra a "modalidade mais conveniente para ambos".

Mantega acredita, por exemplo, que com o poderio financeiro do BB, o Banco Votorantim poderá reforçar o crédito no mercado de veículos usados, fortemente combalido com a crise financeira. Com os negócios parados, os preços desses automóveis vêm caindo de forma importante, afetando inclusive a venda de modelos novos.

Apesar de não ter o controle do Votorantim, caberá ao BB a presidência do conselho de administração, cuja cadeira será ocupada por Antonio Francisco Lima Neto, atual presidente-executivo da instituição federal.

Em complemento, Mantega disse ainda que o BB não adota uma estratégia única de aquisições, podendo comprar bancos públicos e privados, com participações majoritárias ou minoritárias.

(Murillo Camarotto | Valor Online)

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