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George Soros acredita que a crise está longe do fim

O financista americano George Soros afirmou nesta quarta-feira que a atual crise dos mercados financeiros está longe do fim.

AFP |

"Temo que não tenhamos saído da tempestade financeira, que de algum modo continuamos nos dirigindo para a tempestade, ao invés de nos afastarmos", declarou em uma entrevista à BBC.

Ao ser questionado se o governo americano deveria ter salvado o banco Lehman Brothers, Soros respondeu: "Se o sistema financeiro deve sobreviver, teria sido bom não deixá-lo afundar".

Ele disse ainda que a maneira como o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, trata a crise "lembra muito a dos dirigentes dos bancos centrais dos anos 30", período da Grande Depressão.

Também afirmou que a Grã-Bretanha será uma das nações mais afetadas pela crise, por considerar que a resistência da indústria financeira britânica é particularmente vulnerável.

George Soros, 77 anos, deve parte de sua fortuna às atividades especulativas, no início dos anos 90 contra a libra, o que levou a moeda britânica a sair do sistema monetário europeu.

Já multimilionário, passou a ser responsável por várias atividades filantrópicas em todo o mundo. Também é autor de vários livros.

ar/fp

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