WASHINGTON (Reuters) - Grandes bancos devem ser taxados para pagarem pelos pacotes de socorro, disse a parlamentares nesta terça-feira o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner.

Ele acrescentou que a cobrança deixaria as instituições financeiras menos propensas a conceder empréstimos de forma indiscriminada.

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Geithner busca apoio para nova taxa sobre bancos nos EUA

WASHINGTON (Reuters) - Grandes bancos devem ser taxados para pagarem pelos pacotes de socorro, disse a parlamentares nesta terça-feira o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner.

Ele acrescentou que a cobrança deixaria as instituições financeiras menos propensas a conceder empréstimos de forma indiscriminada.

Reuters |

WASHINGTON (Reuters) - Grandes bancos devem ser taxados para pagarem pelos pacotes de socorro, disse a parlamentares nesta terça-feira o secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner.

Ele acrescentou que a cobrança deixaria as instituições financeiras menos propensas a conceder empréstimos de forma indiscriminada.

A taxação seria aplicada durante mais de 10 anos e definida em um nível que possa recuperar totalmente os custos do programa TARP, criado pelo governo norte-americano para estabilizar o sistema bancário no auge da crise financeira.

Os fundos seriam utilizados para reduzir o enorme déficit dos EUA. A taxa não substituiria padrões de capital mais rígidos inclusos na pressão do presidente Barack Obama em prol da maior reforma bancária desde a Grande Depressão.

"A taxa é voltada para complementar esforços visando melhorar a estabilidade de nosso sistema financeiro, oferecendo incentivos contra operações de crédito mais arriscadas com financiamento menos estável", afirmou ele ao Comitê Financeiro do Senado.

Geithner enfrentou ceticismo, mas não foi alvo de uma oposição direta ao projeto de taxação sobre o bancos. O setor é um dos menos populares entre parlamentares.

A tentativa de recuperar os recursos oferecidos no socorro financeiro se baseia em pesquisas mostrando eleitores preocupados com a explosão do déficit orçamentário federal após gastos emergenciais para conter os efeitos da recessão.

Geithner disse que o imposto limitaria operações de risco por parte de bancos ao tornar mais cara para essas instituições a montagem de grandes apostas sem ter os ativos necessários para cobri-las.

(Por Glenn Somerville)

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