Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Gazprom aumenta bombeamento de gás via Turquia e Belarus

Moscou, 3 jan (EFE).- O consórcio russo Gazprom informou hoje que aumentou consideravelmente o bombeamento de gás à Europa através de Belarus e da Turquia para compensar a seus clientes as perdas que, segundo ele, se devem a uma subtração ilegal deste combustível no território da Ucrânia.

EFE |

"Nossos consumidores na Hungria, Eslováquia, Romênia, Polônia e nos Bálcãs registram subtrações ilegais de gás em território da Ucrânia", afirmou Alexei Miller, presidente da Gazprom, segundo a agência "RIA Novosti".

Miller fez uma reunião com o grupo de gestão de crise na qual indicou que a obrigação da Gazprom nessa situação é aumentar o abastecimento por gasodutos alternativos aos da Ucrânia, por onde passam 80% do que é vendido para a Europa.

Boris Posiaguin, chefe do departamento operacional da Gazprom, informou que a empresa elevou o bombeamento através dos gasodutos bielo-russos e turcos em cerca de 32 milhões de metros cúbicos diários, pouco mais de um décimo dos 300 milhões exportados diariamente pela Ucrânia.

Concretamente, o Gazprom aumentou em cerca de 20 milhões de metros cúbicos o bombeamento pelo duto bielo-russo Jamal-Europa, em seis milhões por outros encanamentos via Belarus e em mais aproximadamente seis milhões pelo gasoduto Blue Stream, que leva o gás a países europeus através da Turquia.

Além disso, o Gazprom aumentou em seis milhões de metros cúbicos a extração diária de gás de seus armazéns subterrâneos na Europa, chegando a 18,5 milhões, e mais adiante, aumentará essa quantidade até os 25 milhões diários.

O Gazprom suspendeu em 1º de janeiro a provisão de gás à Ucrânia por não chegar a um acordo com a estatal ucraniana Naftogaz sobre o preço do carburante para o país vizinho em 2009 e sobre as tarifas de seu trânsito por território ucraniano.

Ao mesmo tempo, aumentou o bombeamento com destino aos países europeus por território ucraniano e bielo-russo, ao acusar a Naftogaz de roubar parte de sua remessa à Europa. EFE se/jp

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG