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Os gastos com consumo nos Estados Unidos ficaram estáveis em agosto em relação ao mês anterior, num sinal de enfraquecimento da economia americana durante o segundo semestre do ano. Ao mesmo tempo, os preços continuaram subindo.

Acordo Ortográfico Em julho, os gastos com consumo cresceram 0,1%, revisado em relação à estimativa anterior de aumento de 0,2%.

Já a renda pessoal subiu à taxa sazonalmente ajustada de 0,5% em comparação a julho, quando caiu 0,6% - dado foi revisado de retração de 0,7% estimada antes. A renda pessoal disponível - renda após tributos - caiu 0,9%, após declinar 0,8% em julho. A poupança pessoal como porcentual da renda disponível foi de 1% em agosto. Em julho, a poupança foi de 1,9%.

Economistas ouvidos pela Dow Jones esperavam aumento de 0,2% na renda pessoal e o mesmo porcentual nos gastos com consumo. Os gastos com consumo respondem por cerca de 70% do Produto Interno Bruto (PIB), refletindo uma grande parte da atividade econômica dos EUA.

PCE

O índice de preços para gastos com consumo pessoal nos Estados Unidos (PCE, na sigla em inglês) ficou estável em agosto em relação ao mês anterior, depois de subir 0,6% em julho. Segundo o Departamento do Comércio americano, em comparação a agosto do ano passado, o índice cheio do PCE avançou 4,5%.

O núcleo do índice de preços PCE, que exclui as variações de preços de alimentos e energia, avançou 0,2% em agosto em relação a julho, quando subiu 0,3%. Em relação a agosto do ano passado, o núcleo do índice PCE avançou 2,6%. Em julho, o núcleo do índice PCE subiu 2,5%. A alta de 2,6% do núcleo, em base anual, foi a maior desde janeiro de 1995.

O núcleo do PCE é considerado um indicador de inflação mais seguro pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e costuma ser acompanhado pelas autoridades monetárias. O Fed estima que um nível adequado de oscilação do índice é de 1,5% a 2%. As informações são da Dow Jones.

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