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Gabrielli diz que novo plano dará continuidade à expansão da Petrobras

RIO - O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, afirmou hoje que o plano de negócios 2009-2013, que será analisado pelo conselho de administração da companhia na reunião do dia 19 de dezembro, vai dar continuidade ao processo de expansão da empresa. Para Gabrielli, a estatal tem vantagens em relação aos concorrentes, como os grandes volumes que poderão ser adicionados às reservas provadas da empresa nos próximos anos.

Valor Online |

"Temos uma perspectiva de crescimento que é única. Temos 14 bilhões de barris de reserva aprovada e temos capacidade de praticamente dobrar as reservas nos próximos três anos. Nenhuma empresa de petróleo no mundo tem essa capacidade", afirmou Gabrielli, que participou de homenagem ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

O presidente da estatal afirmou ainda que a crise financeira internacional não vai causar a retração de investimentos por parte da Petrobras, uma vez que, segundo ele, entre as grandes empresas, a Petrobras é a que tem os melhores projetos.

O executivo evitou antecipar detalhes do plano de negócios e frisou que a aprovação depende da reunião do dia 19. "Aprovar ou não o plano é decisão do conselho. Não posso antecipar qual será a decisão", disse.

Gabrielli confirmou que a exploração do pré-sal - camada de cerca de 800 quilômetros de extensão no litoral brasileiro onde descobertas recentes, como Tupi e Iara, apontaram grandes volumes recuperáveis de óleo leve - continua viável, mesmo com o atual patamar do barril do petróleo, cotado abaixo dos US$ 50.

"Temos várias alternativas do pré-sal. Temos pré-sal no Espírito Santo, extremamente viável, porque as instalações já estão lá. Não vemos nenhum problema hoje de continuar os investimentos na área do pré-sal", destacou.

Na semana passada, o executivo havia dito que apesar de o nível atual da cotação garantir a rentabilidade da produção de petróleo do pré-sal do projeto piloto e do teste de longa duração, ele não seria favorável para a exploração em massa desses reservatórios.

(Rafael Rosas | Valor Online)

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