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G7 reúne-se em Roma e tenta evitar protecionismo

Roma, 12 fev (EFE).- Os ministros de Economia dos países do G7, que reúne as sete maiores potências mundiais, reúnem-se a partir de amanhã em Roma para tentar fechar uma posição comum à crise econômica e tentar evitar o protecionismo, medida que ganha força na difícil conjuntura atual.

EFE |

Essa é a intenção com a qual se desenvolverá esta cúpula de dois dias em Roma, que contará com a presença de importantes personalidades da economia mundial e que terá o sábado como dia mais importante, informa em seu site o Ministério da Economia da Itália, anfitriã por ocupar a Presidência rotativa do G8 - que inclui o G7 mais a Rússia.

"O G7/G8 tem hoje, ainda mais do que no passado, a responsabilidade de promover em nível global a adoção de reformas e medidas de política econômica adequadas. A reunião de fevereiro se concentrará principalmente nas ações necessárias para a estabilização da economia global", diz o Ministério da Economia italiano.

"A elaboração de regras comuns e a luta contra medidas protecionistas, que tendem a ser mais fortes em condições econômicas difíceis, serão as linhas-chave do programa de trabalho da Presidência italiana" do G8, acrescenta.

Os ministros de Economia de Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e Reino Unido, assim como os presidentes de seus bancos centrais, são esperados na reunião, para a qual também foram chamadas a Rússia, a União Europeia (UE) e outras organizações.

Entre os convidados estão o comissário de Economia da UE, Joaquín Almunia; o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet; o ex-secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan; e o presidente do Banco Mundial, Robert B. Zoellick.

Este encontro marca a estreia internacional do novo secretário do Tesouro americano, Timothy F. Geithner. EFE mcs/jp

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