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G7 rejeita protecionismo e defende reforma do sistema financeiro

Os ministros das Finanças do G7 estabeleceram neste sábado em Roma como maior prioridade do grupo a estabilização da economia e dos mercados financeiros, ao mesmo tempo que se comprometeram a lutar contra o protecionismo e a favor de uma reforma do sistema financeiro mundial.

AFP |

Um documento divulgado ao fim de uma reunião celebrada na capital italiana, os ministros da Economia e Finanças dos siete países mais ricos do planeta (Estados Unidos, Japão, Alemanha, Grã-Bretanha, França, Itália, Canadá) se comprometeram a "evitar medidas protecionistas".

"Tais medidas só poderiam piorar a lenta marcha da economia", afirma o comunicado.

Os ministros reconheceram que "a estabilização da economia mundial e dos mercados financeiros continua sendo nossa maior prioridade" e consideram que "é necessária uma reforma urgente do sistema financeiro internacional", em consequência das "profundas fragilidades" detectadas na atual crise.

"Adotamos medidas coletivas excepcionais para responder ao desafio e reiteramos nosso compromisso de atuar juntos utilizando uma série de instrumentos políticos para apoiar o crescimento, o emprego e reforçar o setor financeiro", acrescenta o texto.

Os ministros das Finanças do G7 se comprometeram a não ceder ao protecionismo, sobretudo depois das críticas à polêmica claúsula "Buy American" (Compre Produtos feitos na América) introduzida no plano para estimular a economia dos Estados Unidos e às medidas a favor do setor automobilístico anunciadas pela França.

"O G7 se empenha para evitar medidas protecionistas, assim como a suspender novas barreiras", completa o documento final.

Os ministros das maiores potências desenvolvidas do mundo também elogiaram as medidas adotadas pelas autoridades chinesas, entre elas o favorecimento das taxas de câmbio flexíveis para sua moeda (yuan), o que permite "um crescimento mais equilibrado na China e no mundo".

bur-kv/fp

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