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G-6 da OMC se converte em Grupo dos 7 com entrada da China

A China participava nesta quarta-feira, em Genebra, de sua primeira reunião restrita aos ministros da OMC, em busca de uma direção para as negociações sobre a liberalização do comércio mundial.

AFP |

No encontro, realizado por iniciativa do diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy, estão presentes os ministros de Brasil, Estados Unidos, União Européia, Japão, Índia, Austrália e China.

Cada um desses países são "gigantes" econômicos e representam os maiores interesses dentro das negociações da Rodada de Doha para a liberalização do comércio mundial, disse um funcionário da OMC.

Nos anos de 1990, as quatro maiores potências da OMC eram Estados Unidos, União Européia (UE), Japão e Canadá. Nos últimos anos, porém, Japão e Canadá deram lugar a Brasil e Índia, com a entrada dos grandes países emergentes no cenário mundial.

A esse G-4, somaram-se Japão e Austrália (G-6) para consultas durante as negociações, e esse G-6 se transformou hoje em G-7 com a chegada da China, um dos dínamos da economia mundial nos últimos anos, devido à explosão de sua demanda interna e de suas exportações.

A presença da China na reunião de Genebra "reflete a realidade do mundo de hoje", destacou o funcionário da OMC.

Pequim aderiu à OMC em dezembro de 2001 e integra o grupo de países de acesso recente, que pretende obter prazos maiores nas negociações de abertura comercial, alegando que já fizeram grandes esforços na liberalização para conseguir seu ingresso na Organização.

js/LR/tt

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