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G5 diz que acordo do G8 para redução de CO2 não é suficiente

Os presidentes do Brasil, México, China, Índia e África do Sul, os membros do G5, pediram nesta terça-feira a seus colegas dos Oito Países Mais Desenvolvidos do planeta que se empenhem para conseguir uma redução maior da emissão de gases poluentes para lutar contra a mudança climática.

AFP |

O G5 disse que o acordo sobre o clima obtido pelo G8 nesta terça-feira não é suficientemente abrangente nem suficientemente rápido, em comunicado difundido depois de uma reunião em Sapporo.

"É essencial que os países desenvolvidos assumam a liderança para conseguir reduções ambiciosas dos países emissores de gases de efeito estufa depois de expirado o Protocolo de Kyoto em 2012", afirmam os líderes das cinco grandes nações emergentes.

"As reduções de gases dos países ricos deve ser ao menos de 25% a 40% até 2020" em relação a 1990 e "de entre 80% e 95% abaixo desses níveis até 2050".

O clube das oito nações mais ricas -integrado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia - chegou a um acordo para definir objetivos nacionais de redução dos gases poluentes a médio prazo para lutar contra o aquecimento da Terra.

Os líderes do G8 decidiram reduzir as emissões globais de gases do efeito estufa em pelo menos 50% até 2050, indicou a declaração da reunião de cúpula de Toyako sobre mudanças climáticas.

Junto a todas as partes da Convenção sobre Mudanças Climáticas da ONU, o G8 quer "considerar e adotar" nesse âmbito "a meta de obter pelo menos 50% de redução das emissões mundiais para 2050, reconhecendo que esse desafio global só pode ser enfrentado por meio de uma resposta global, em particular, pelas contribuições de todas as grandes economias", indicou o texto.

Até agora, os Estados Unidos se negavam a adotar qualquer compromisso que não incluísse a China, a Índia e outros grandes emergentes, enquanto o Brasil e o resto do G5 insiste que os mais desenvolvidos devem dar o exemplo.

Os países emergentes estão convidados nesta quarta-feira a uma sessão ampliada do G8 junto com a Austrákia, Indonésia e Coréia do Sul, um total de 16 países que representam 80% das emissões de gases poluentes do planeta.

hih-lbc/cn

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