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G-20 quer reforma do FMI e do Banco Mundial

Os principais líderes mundiais reunidos na cúpula do G-20 se comprometeram a fazer o que for necessário para proteger o sistema financeiro mundial de um colapso, depois da séria crise provocada pelo desmoronamento do mercado de hipotecas dos Estados Unidos. Entre as medidas a serem adotadas estão a reforma das instituições financeiras multilaterais, como o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial.

Agência Estado |

Um novo encontro do G-20 para avançar sobre a generalização apresentada no encontro de hoje será realizada em 30 de abril do ano que vem. O presidente da França, Nicholas Sarkozy, sugeriu que o encontro seja em Londres, já que o Reino Unido assumirá a presidência rotativa do grupo, que hoje está com o Brasil.

No documento final do encontro, realizado neste sábado, os líderes afirmaram que é preciso definir as base de uma reforma que assegure que crises globais não aconteçam de novo. Eles listaram cinco princípios que devem ser seguidos para melhorar o sistema financeiro global. São eles: reforçar a transparência e os princípios contábeis do sistema, melhorar o nível de regulação, promover a integridade do mercado, reforçar a cooperação e reformar as instituições internacionais.

Um colegiado de supervisores será estabelecido para monitorar as maiores instituições financeiras mundiais, e a lista dessas firmas será elaborada até o fim de março do ano que vem. No entanto, permaneceram diferenças sobre o escopo de qualquer medida a ser tomada sobre uma regulação global do sistema financeiro.

O texto trata basicamente da necessidade de adoção de políticas macroeconômicas amplas em resposta à crise, o que significa dizer que os países devem cooperar para alcançar algum resultado. Entre os princípios defendidos no documento estão trazer os mercados financeiros e seus participantes a algum nível de supervisão. O detalhamento desse tipo de medida, no entanto, deve acontecer em um futuro encontro do grupo.

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