Por Emily Kaiser

WASHINGTON (Reuters) - Os líderes financeiros globais se reúnem em Washington nesta sexta-feira para delinear um caminho para a economia pós-crise, e as preocupações com a dívida da Grécia serviram como um forte lembrete de que a economia global continua vulnerável.

Por Emily Kaiser

WASHINGTON (Reuters) - Os líderes financeiros globais se reúnem em Washington nesta sexta-feira para delinear um caminho para a economia pós-crise, e as preocupações com a dívida da Grécia serviram como um forte lembrete de que a economia global continua vulnerável.

O grupo dos 20, que reúne países ricos e emergentes, precisa entrar em consenso sobre assuntos controversos como a regulação bancária, o reequilíbrio do crescimento global e a concessão de mais poder às economias emergentes de rápida expansão.

Os líderes também devem se concentrar na crise de dívida da Grécia, após a nação da zona do euro ter pedido para ativar o plano de resgate criado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pela União Europeia.

O G20 vem tomando o lugar do G7, em um reconhecimento de que a crise financeira global emanou do mundo desenvolvido, que agora precisa da ajuda de potências emergentes para resolver problemas mundiais.

Porém, a união do grupo pode estar se desfazendo, e o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, pediu que eles atinjam um consenso sobre a reforma regulatória para que suas políticas econômicas sejam entrosadas.

As divisões mais fortes são sobre impostos bancários, com o Canadá se opondo e a Grã-Bretanha procurando apoio à medida. Os ministros das Finanças devem discutir duas ideias de imposto bancário propostas pelo FMI.

O objetivo é reaver o custo dos resgates para que os bancos, não os contribuintes, sejam responsabilizados, mas também é uma forma de desencorajar os bancos a fazer apostas arriscadas novamente.

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