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Futuro secretário do Tesouro promete agir com força e rapidez

Timothy Geithner, escolhido por Barack Obama para dirigir o Tesouro, prometeu nesta quarta-feira ao Congresso agir com força e rapidez para levantar a economia americana, em recessão, durante audiência ante uma comissão do Senado.

Redação com AFP |

Em seu depoimento, Geithner prometeu, também, "renovar a fé dos americanos em nosso futuro econômico".

Durante o debate na Comissão das Finanças do Senado, Geithner não mencionou os erros cometidos em suas declarações do imposto de renda, revelados na semana passada.

O presidente da Comissão, Max Baucus, declarou, sem explicações preliminares, durante a abertura da audiência nesta quarta-feira, que esses enganos foram cometidos de "boa fé".

Pedido de desculpas

Geithner desculpou-se ante os congressistas americanos por erros "não intencionais" no pagamento de impostos.

Getty Images
Geithner, futuro secretário do Tesouro dos EUA

A confirmação de Timothy Geithner como secretário do Tesouro no futuro governo Obama havia sido questionada na terça-feira, por problemas relacionados à declaração do imposto de renda e à situação migratória de uma de suas ex-empregadas domésticas.

O porta-voz do presidente eleito Barack Obama, Robert Gibbs, havia informado em comunicado, logo após a indicação, que Geithner cometeu "um erro comum" em sua declaração e não sabia que o visto de permanência de uma empregada expirou durante os três últimos meses em que ela trabalhou para ele.

Gibbs, no entanto, fez um apelo ao Senado para confirmar Geithner no cargo, estimando que era o homem ideal para assegurar o restabelecimento da economia americana.

Timothy Geithner, de 47 anos, é presidente do Federal Reserve de Nova York desde novembro de 2003, o que também faz dele vice-presidente do comitê de Política Monetária do Federal Reserve americano (Fed, o Banco Central dos EUA) e um grande especialista em mercados financeiros.

É um dos principais criadores das medidas de exceção tomadas pelo Fed para reativar a economia nacional, sobretudo, com o plano de resgate dos bancos.

Foi subsecretário de Assuntos Exteriores, durante o governo Bill Clinton, tendo sido diplomado em Estudos Asiáticos, na Universidade de Dartmouth (Hannover, New Hampshire), uma das mais antigas e prestigiadas dos Estados Unidos, na qual também estudou o atual secretário do Tesouro, Henry Paulson.

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