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Fusão não interfere votação de pacote anticrise, diz Chinaglia

O presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse nesta terça-feira que a fusão do Itaú com o Unibanco não é relevante a ponto de adiar a votação das medidas provisórias 442 e 443, que permitem socorro aos bancos de pequeno porte e compra de instituições financeiras privadas por públicas.

Severino Motta - Último Segundo/Santafé Idéias |

Pelo contrário, a fusão mostra que mesmo em meio à crise "há tranquilidade" para a realização de grandes negócios. "A fusão mostra a convicção daqueles que detém a maioria das ações dos dois bancos acreditando que, apesar do momento, da crise acentuada, haveria tranqüilidade para realizar um grande negócio", disse.

Chianglia ainda disse que nesta terça será concluída a votação da 442 - socorro a bancos em dificuldade ¿ e uma reunião de líderes vai ser realizada para definir se o projeto que altera o trâmite das medidas provisórias também entre em pauta.

Caso isso aconteça, o presidente disse que vai colocar a 443 ¿ que autoriza bancos públicos, como a Caixa e o do Brasil a adquirirem instituições financeiras privadas ¿ em pauta nesta quarta-feira.

Desenvolvimento Social

O ministro Patrus Ananias se reuniu nesta manhã com Chinaglia e pediu agilidade na votação do projeto que reestrutura o ministério do Desenvolvimento Social. Com a reformulação, pelo menos 164 novas vagas seriam criadas, o que significa um gasto extra de R$ 13,8 milhões aos cofres públicos.

"Estamos numa situação limite. Os R$ 13,8 milhões são números absolutamente razoáveis considerando os serviços que o ministério presta ao Brasil", disse. Após ouvir os pleitos do ministro, Chinaglia assegurou agilidade na tramitação. A matéria se encontra na Comissão de Constituição e Justiça, comente após a aprovação pode seguir para votação em plenário.

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