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Furlan diz que Mercosul já teve seu tempo

O agravamento da crise econômica mundial já desperta um novo movimento entre o empresariado brasileiro. Dispostos a buscar um estreitamento nos laços comerciais com os países europeus, o sentimento agora é de que o Brasil deve buscar acordos bilaterais com a União Européia, livrando-se das amarras do Mercosul.

Agência Estado |

"O Mercosul ficou um pouco paralisado. A sensação é de que o Brasil está com uma bola de ferro amarrada ao pé. O Brasil deve fazer acordos bilaterais e o mesmo deve ser feito pelos demais países. Se o Uruguai quiser fazer acordo bilateral com os EUA, por exemplo, devemos deixe ele fazer. O Mercosul já teve seu tempo", disparou o presidente do Conselho Administrativo da Sadia e ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan.

Para Furlan, a necessidade de o Brasil ter mais flexibilidade nas negociações se tornará ainda mais iminente em tempos de crise, "quando os países tendem a se tornar mais protecionistas". O coro é engrossado pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, que defende uma "maior liberdade para as negociações comercias do Brasil. Devemos fazer acordos bilaterais". O presidente da CNI argumento, ainda, que a crise exige que cada país busque seus diferenciais e peculiaridades, o que nem sempre é possível nas negociações feitas em bloco.

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