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Fundos de pensão argentinos perderam 40% de seu valor no ano

O governo da presidente Cristina Kirchner diz que os fundos de pensões, conhecidos no país como AFJPs, estavam à beira do colapso. Da carteira de US$ 28,7 bilhões que essas entidades administram, de 60% a 70% referem-se aos mal-afamados títulos da dívida pública argentina e ações.

Agência Estado |

Por causa de problemas econômicos no país e da crise internacional, os investimentos perderam 40% do valor no ano, segundo o mercado. De acordo com a superintendência de AFJPs, em 12 meses os fundos tiveram resultado negativo de 2,85%. O sistema, criado em 1994, determinava que o trabalhador optasse entre o esquema estatal e o privado. Era proibido ter aposentadoria privada e contribuir para fundo de pensão.

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