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Funcionários da Rio Tinto são julgados por espionagem e corrupção na China

Quatro empregados da gigante de mineração Rio Tinto serão julgados por espionagem, a partir de segunda-feira, em Xangai, num processo parcialmente a portas fechadas e que será acompanhado pelo mundo diplomático e de negócios, desejoso de verificar se a China cumpre a promessa de transparência judicial.

AFP |

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Durante três dias, Stern Hu, um australiano que dirige o escritório do grupo de mineração anglo-australiano em Xangai, leste da China, e três de seus colaboradores chineses serão julgados por espionagem industrial e corrupção.

As audiências relativas a acusações de corrupção estarão abertas ao público, mas não as relativas a segredos comerciais que os acusados teriam obtido por meios ilegítimos.

Preocupadas, as autoridades australianas pediram ao governo chinês que permita a seus funcionários consulares assistirem ao conjunto dos debates.

Suspeitas

Os empregados da Rio Tinto foram detidos em julho, num momento em que as siderúrgicas chinesas realizavam difíceis negociações sobre o preço do minério de ferro com grupos gigantes estrangeiros, entre eles, Rio Tinto. As negociações fracassaram, no entanto.

A abertura do julgamento coincide mais uma vez com o início das discussões anuais sobre preços.

Para a jurista Anna Kent, da Universidade Nacional da Austrália, tudo isto "parece uma coincidência extraordinaria" que faz "sugerir a ideia de um Toma Lá Dá Cá", considera.

Inicialmente, os quatros homens haviam recebido a grave acusação de roubo de segredos de Estado; mas foi reduzida, depois, a "roubo de segredos comerciais" para alívio da Rio Tinto.

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