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Os funcionários da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE) devem fazer uma paralisação de 24 horas a partir da zero hora da segunda-feira, dia 11 de agosto. De acordo com o diretor do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, José Roberto Lara, a paralisação é uma advertência da categoria, que reivindica, entre outras medidas, a participação nos lucros da empresa e a garantia de três anos no emprego.

Lara disse que, por determinação do governo do Estado, a EMAE será fundida com a Sabesp e os funcionários temem eventuais demissões. A paralisação, no entanto, não deve prejudicar a população. "Não queremos os usuários contra nós. Fizemos um acordo com a EMAE e 30% dos funcionários continuarão trabalhando normalmente", afirmou.

Antes de decidir pela paralisação, o sindicato participou de reuniões com a diretoria da EMAE e representantes da Secretaria de Saneamento e Energia do Estado, mas não houve acordo, informou Lara. Os funcionários reivindicam também que os benefícios de vale-refeição e vale-alimentação tenham seus valores reajustados. "A inflação tem incidido diretamente sobre o preço dos alimentos. Nossos benefícios também precisam ser reajustados", disse o diretor do sindicato.

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