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Fuga de fundos hedge chega a R$ 18 bi e pune estrelas

A crise financeira global provocou uma fuga de investidores brasileiros dos chamados fundos hedge (proteção), os mais arriscados do mercado. Do início do ano até agora, a captação líquida dos fundos multimercados com renda variável (ações) e alavancagem - categoria onde está incluída a maioria dos hedge - está negativa em R$ 17,8 bilhões.

Agência Estado |

Na indústria inteira, o resultado, também negativo, chega a R$ 20,5 bilhões.

Ou seja, comparativamente, os produtos de maior risco estão perdendo mais dinheiro que os outros. Os dados são da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid) e referem-se à posição de quinta-feira passada (dia 25), data mais recente disponível.

A saída em massa não poupou nem mesmo fundos de gestoras que pertencem a "estrelas" da área, como o ex-diretor do Banco Central (BC) Luiz Fernando Figueiredo, da Mauá Investimentos, o ex-ministro das Comunicações Luiz Carlos Mendonça de Barros, da Quest Investimentos, e o também ex-diretor do BC Ilan Goldfajn, da Ciano Investimentos. O Mauá Fundo de Investimento Multimercado, por exemplo, tinha patrimônio de R$ 1,7 bilhão no fim do ano passado. Na terça-feira, segundo dados do site Fortuna, eram R$ 191,7 milhões, queda de quase 90%. No mesmo período, o Quest 30 FI Multimercado saiu de um patrimônio de R$ 1,8 bilhão para R$ 268,9 milhões, recuo de 85%. O Ciano 60 Hedge FI Multimercado passou de R$ 364,1 milhões para R$ 208 milhões, perda de 43%.

No acumulado de 2008, a rentabilidade do Mauá está negativa em 3,49%, a do Quest, em 4,23% negativos, e a do Ciano, em 6,47% positivos. Isso significa que a perda de patrimônio dos três reflete fundamentalmente a fuga dos investidores. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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