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Frigoríficos pedem mais prazo para regularização

Os maiores frigoríficos do País estão pedindo mais prazo para a regularização fundiária de seus fornecedores na Amazônia. Esta semana, em reunião na sede da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), em São Paulo, dois dos três maiores frigoríficos do País, Marfrig e JBS, pediram mais três meses de prazo para mapear os fornecedores.

AE |

Os maiores frigoríficos do País estão pedindo mais prazo para a regularização fundiária de seus fornecedores na Amazônia. Esta semana, em reunião na sede da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), em São Paulo, dois dos três maiores frigoríficos do País, Marfrig e JBS, pediram mais três meses de prazo para mapear os fornecedores. A Marfrig informou ter cadastrado os fornecedores de 80% de seu volume de abate, mas ainda não tem os mapas de todas as fazendas. O JBS apresentou à ONG Greenpeace um relatório em que garante que, até o final do mês, 80% de seu volume de abate estará cadastrado. Hoje o porcentual é de 43%. Há seis meses, os presidentes dos quatro maiores frigoríficos do Brasil - JBS-Friboi, Bertin, Marfrig e Minerva - assinaram um compromisso público para, em um prazo de 180 dias, cadastrar seus fornecedores diretos e completar, em até dois anos, o cadastro e mapeamento das fazendas que fornecem animais para os locais de engorda em áreas da Amazônia. Na época, as principais redes de supermercados do País iniciaram um boicote à carne saída de áreas de desmatamento ilegal, episódio que ficou conhecido como "moratória da carne". Segundo o Greenpeace, a pecuária hoje ocupa 80% das áreas já desmatadas na Amazônia.
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