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Fraude leva bilionário chinês à cadeia

O magnata chinês Huang Guangyu, um dos homens mais ricos do país, foi preso na semana passada sob acusação de manipular o mercado acionário, o que levou à suspensão da negociação das ações de sua empresa ontem na Bolsa de Hong Kong. O empresário, de 39 anos, é dono da maior rede de produtos eletrônicos da China, a Gome.

Agência Estado |

A rede conta com 1,2 mil lojas e emprega aproximadamente 200 mil pessoas.

Huang Guangyu apareceu em primeiro lugar na lista dos chineses mais ricos elaborada pela Hurun Report, com uma fortuna estimada em US$ 6,3 bilhões. Na lista da revista Forbes, ele está em segundo lugar, com US$ 2,7 bilhões. A prisão foi revelada no domingo pela revista financeira Caijing, uma das mais respeitadas do país. De acordo com a publicação, o empresário foi preso na quarta-feira e é investigado em razão da atuação de uma empresa de propriedade de seu irmão, Huang Junqin.

No dia 9 de julho do ano passado, Huang Junqin anunciou que iria injetar US$ 3,2 bilhões na companhia Shanghai Jinati, o que provocou valorização de 450% em suas ações. Depois de atingirem o valor de 26,58 yuans no dia 31 de agosto, as ações tiveram enorme queda e fecharam em 2,21 yuans na última sexta-feira.

O texto publicado pela Caijing não esclarece qual teria sido a atuação de Huang Guangyu no episódio. Tanto as autoridades chinesas quanto a Gome não forneceram detalhes sobre a investigação.

A empresa suspendeu o anúncio dos resultados do terceiro trimestre, previsto para a tarde de ontem, em razão do impacto da notícia. Os irmãos Huang já haviam sido investigados em 2006, sob a acusação de darem garantias ilegais em empréstimos. Mas foram inocentados das acusações em 2007.

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