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A 40ª Feira Internacional de Calçados, Acessórios de Moda, Máquinas e Componentes (Francal), encerrada ontem, recebeu 51.714 visitantes nos quatro dias do evento, no Parque de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

Apesar de não apresentar um balanço dos negócios feitos durante a feira, a organização comemorou. O motivo é o número recorde de lojistas: do total de visitantes, 40% ou cerca de 20 mil são comerciantes, público-alvo do evento.

No último dia da Francal, era nítida a satisfação dos expositores, cerca de mil. O Grupo Arezzo S/A, que levou três marcas (Arezzo, Schultz e Alexandre Birman) à feira, estima crescimento de 20% nos negócios durante o evento ante a edição do ano passado. "Nós recebemos 800 clientes e, diferente das feiras internacionais, os lojistas brasileiros freqüentam as feiras para comprar", diz Alexandre Birman, vice-presidente do Grupo.

Em sua primeira exposição após a compra de 15,06% do capital da marca Azaléia, em agosto de 2007, o Grupo Vulcabrás/Azaléia - que tem as marcas Olympikus, Reebok, OLK, Azaléia, A/Z, Dijean, Funny e Opanka - montou o maior estande da feira (300 metros quadrados) e recebeu 17 mil pessoas durante os quatro dias de feira. O caixa do gigante do setor calçadista brasileiro já sentiu o reflexo do bom movimento. "Teremos um acréscimo de 40% no faturamento em relação ao ano passado", destaca Pedro Bartelle, diretor de marketing. Com 150 modelos expostos, a grife Claudina também comemora o bom desempenho durante a maratona da 40ª Francal. "Apenas nos dois primeiros dias nós já tínhamos duplicado os negócios em relação a 2007. Fechamos a feira com resultados três vezes superiores aos da edição anterior", comemora Leonardo Tumolo, supervisor de vendas da marca.