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Paris, 25 abr (EFE).- A ministra de Economia e Finanças francesa, Christine Lagarde, assinalou que a ajuda que está sendo negociada para a Grécia não será abonada integralmente de forma imediata e advertiu que se freará o processo se houver uma moratória, explicou em entrevista publicada hoje por "Le Journal du Dimanche".

Paris, 25 abr (EFE).- A ministra de Economia e Finanças francesa, Christine Lagarde, assinalou que a ajuda que está sendo negociada para a Grécia não será abonada integralmente de forma imediata e advertiu que se freará o processo se houver uma moratória, explicou em entrevista publicada hoje por "Le Journal du Dimanche". Em relação às taxas de juros que se exigirá da Grécia, destacou que a referência será o Euribor, "que não varia em proporções monumentais", e ao que acrescentou "uma margem de segurança de 3%", ao que seria preciso também acrescentar 1% e um complemento de 0,5% se uma parte dos empréstimos não forem reembolsados". "Isso nos porá a resguardo na medida em que a França consegue se financiar no mercado de dívida a três anos a 1,5%, à margem do custo dos seguros", ressaltou. A ministra francesa estimou que se os gregos tomarem 3,9 bilhões de euros que a França vai emprestar para essa ajuda neste ano, o ganho com juros será de 150 milhões de euros. EFE ac/ma
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